domingo, 22 de junho de 2008

Ciclos de vida

O ciclo de vida não pode parar, no entanto temos de nos conscientizar de que devemos respeitar as Leis da Natureza. Os ciclos naturais de vida são uma necessidade a todo tipo devida existente no Planeta Terra, portanto temos que conscientizar nossos alunos para que entendam que interromper as etapas de um ciclo pode comprometer a diversidade da vida.
Conforme Morim, ”as intervenções humanas ignoravam e ainda ignoram a profundidade das variações ecológicas que elas produzem. Colhemos agora as conseqüências dos desequilíbrios por nós provocados, o que nos mostra o quanto não podemos escapar da natureza, o quanto nos tornamos cada vez mais coagidos pelo meio ambiente à medida que buscamos dominá-lo. É justamente a crise ecológica que não nos deixa esquecer nossa eco-determinação. Como reação, desenvolvemos tecnologias que buscam controlar e/ou minimizar essa crise. No entanto, essas tecnologias “envolvem-nos assim cada vez mais na tecnosfera e aprisionam-nos mais na lógica das máquinas artificiais. Encerramo-nos numa corrida infernal entre a degradação ecológica que por sua vez nos degrada e as soluções tecnológicas que tratam os efeitos destes males, desenvolvendo-lhes as causas.”(idem, p. 73).”
Aí que entramos como educadores, em que envolveremos nossos alunos para a conscientização a e preservação ambiental, para no futuro termos uma geração mais responsável, preocupada em criar possibilidades de uma educação “ecologizada”, transformar as relações entre os seres humanos e destes com a natureza e, com isso, possibilitar a construção de um novo mundo mais justo e sustentado.
É fundamental ressaltar que o estudo sobre os ciclos de vida é uma oportunidade para reflexão sobre noções de tempo e de desenvolvimento (mudança ou transformação). A observação do tempo permite que as crianças compreendam o tempo como algo que se renova continuamente por meio das etapas de nascimento, crescimento e morte. O tempo revela, assim, o início e o esgotamento dos acontecimentos, o eterno recomeço das coisas da natureza. Esse é o chamado tempo cíclico, diferente do tempo cronológico que rege a vida das pessoas em nossa sociedade, em meio a medidas e ritmos criados pelos homens em função de seus interesses e valores. A reflexão sobre o tempo cíclico possibilita conhecer e explicar os impasses e conseqüências das interferências humanas na natureza, principalmente quando envolvem degradação e destruição dos ambientes.

Ciclos da Natureza

A relação entre a ocupação do espaço pelos habitantes do universo de Balance e o equilíbrio do mesmo dependia de cada um fazer a sua parte. Caso um habitante deixasse de fazer a sua parte causaria o desequilíbrio. Quando não houve mais consenso entre os habitantes, um destes empurrou os demais para que caíssem do universo, no entanto um habitante e a caixa havia equilíbrio, mas este não podia chegar até a caixa. Quem tudo quer nada tem...
Assim ações individuais podem alterar o equilíbrio de um sistema de modo a comprometer a estrutura do mesmo levando-o ao desequilíbrio. Seria o mesmo que cada pessoa jogar o lixo no meio ambiente que lhe rodeia, em pouco tempo teríamos montanhas de lixo acumuladas as nossas portas, ao invés de termos jardins, gramados, hortas e árvores.
Como nos dizem os PCNS – Meio Ambiente e Saúde – volume 9: “Já a devastação e a exploração predatória que compromete a existência de diversidade genética, que ameaça de extinção espécies inteiras, gera grande desequilíbrio e fere a harmonia da natureza... Mas um grande desequilíbrio pode causar reações em cadeia, irreversíveis, de efeitos devastadores inclusive para a própria espécie humana.”
O desequilíbrio leva à extinção, isto é, ao fim das espécies. Assim como no filme, em nosso meio o desequilíbrio ambiental provoca a desestruturação.
Uma crescente devastação e exploração predatória causada pelo homem levam ao desequilíbrio ambiental, porque o homem visa enriquecer às custas dos recursos naturais, mas esquece que está esgotando os recursos naturais.
A crescente industrialização em meio à era da tecnologia e modernização fazem com que o homem esqueça que precisa viver em harmonia com o meio ambiente, pois está inserido neste, que é escasso e limitado. A agressão causada ao equilíbrio ambiental, nos atinge, pois somos parte do meio ambiente, daí a urgência de mudar as atitudes do homem frente ao meio ambiente e trabalhar de forma a conscientizar a população.

Sombras...

Quando brincamos com as figuras, projetando sombras variadas, em que perceberam que indiferentemente à cor da figura a sombra projeta-se da mesma forma. Em seguida conversamos sobre a necessidade de haver luz para que haja sombra. Já o segundo questionamento “sombra é o mesmo que escuro?”, fora muito complexo, pois os alunos não têm tamanha consciência de que quando é escuro, para nós, a Terra tenha girado em seu próprio eixo, deixando-nos à sombra. Neste momento questionei os alunos sobre qual figura tinha cor se era a branca ou a preta, prontamente responderam-me que era a preta, “pois o branco do lápis de cor não pinta”, veja a associação que levantaram. Então lhes perguntei se eu usasse o vermelho para pintar as figuras branca e preta, em qual eu conseguiria ver a cor vermelha pintada, então responderam que seria na figura branca, assim consegui fazê-los entender que há cor no branco e ausência de cor no preto.
No terceiro questionamento, em relação às atividades diárias, os alunos disseram que durante o tempo claro podem jogar bola, olhar o que lhes rodeia, brincar, andar de bicicleta,... Já no escuro, deve-se dormir ou realizar atividades como ir à igreja, assistir novelas, percebe-se nas atividades citadas, as atividades que habitualmente realizam a noite.
Os alunos citaram exemplos de fenômenos que podem ver. No claro, citaram as flores e as borboletas, os animais, a presença do sol, das nuvens, do céu azul ou das chuvas. No escuro, citaram a presença de estrelas, da lua, de animais que só saem à noite, como o morcego.
O quinto questionamento, referente à importância da sombra na natureza, não fora de grande sucesso com os alunos, pois aos seus pontos de vista, a sombra serve unicamente para descanso e fuga do sol.
No sexto questionamento, os alunos responderam que a sombra de uma arvore altera-se durante o dia, conforme a posição do sol, pois a sombra fica para o lado em que há menos luz.
Assim para a definição de sombra os alunos disseram que é refletida onde há falta ou ausência de luz. Por exemplo, um aluno parado diante do sol, é um obstáculo para a luz, formando a sombra atrás de si.

terça-feira, 27 de maio de 2008

UM OLHAR SOBRE AS IMAGENS E REPRESENTAÇÕES DE MUNDO



Vivemos num mundo fantástico, no qual nos surpreendemos a cada amanhecer, em que contemplamos e vivenciamos a transformação do tempo e do espaço.A atividade pode auxiliar na introdução de um tema, pois assim como pensei que não seria fácil a realização da atividade, vi que o exercício da representação pode explicitar melhor o potencial do aluno, que é um ser pensante e que há uma coisa pensada, esta coisa é o mundo transformado em objeto. Percebe-se assim, que tudo é possível, que há possibilidades de um novo olhar para o ensino de temas científicos, pois sempre trouxe temas pré-selecionados por mim e baseados no Projeto Político Pedagógico da Escola. Vejo agora que os alunos podem sim escolher um tema para ser estudado, pois há compreensão e interesse, integrando informações, conceitos, ampliando visões iniciais. Cabe ao professor ser mediador e desafiador, criando situações limites para as explicações dos alunos, bem como demonstrar conhecimento e humildade, em saber que ele não me o centro do conhecimento.

quinta-feira, 3 de abril de 2008

Minha linha de tempo

Neste link abaixo você terá acesso a informações de minha vida, relacionando acontecimentos no mundo, bem como na Informática Educativa.



Este trabalho iniciei em 2007, quando relatamos fatos de nossa infância e acontecimentos no mundo, sempre tive a intenção de atualizar os dados.

Acredito que fazer os registros dos fatos de minha vida, do meu tempo, pode vir a ser no futuro uma fonte de pesquisa para um filho meu, pois sabendo da existência de linha de tempo poderá consultá-la e fazer uso de seus dados, como também ao passar do tempo vamos apagando fatos e datas da memória, assim estarão registrados.

domingo, 30 de março de 2008

Apresentação final

Através das atividades desenvolvidas no Eixo III, construímos o saber, pois retomando as atividades aplicadas por meio de revisões, desafios, auto-avaliações e questionamentos, constatamos as aprendizagens.
O fazer e o aprender, são duas ações muito presentes em nosso cotidiano, pois estamos sempre buscando aprender para melhor fazer na sala de aula. Repensar posturas, metodologias e atitudes para fazer o melhor em prol do aluno são aspectos que nos fazem aprender mais no dia-a-dia, visando uma prática reflexiva e crítica.
Espero estar no caminho certo, podendo dar bases de aprendizagens para seres críticos, sensíveis, honestos, sinceros, criativos e capazes de encarar desafios, persistentes, para os quais o primeiro tombo não seja razão de desistência.
A interação com as colegas neste semestre foi um aspecto muito presente, pois tivemos vários trabalhos para realizar em grupo, em que combinar encontros, um dia possível para todos se reunirem era o desafio inicial, bem como desenvolver os trabalhos e projetos propostos: Projeto de Literatura Infantil, Projeto de Artes Visuais, Projeto de Música. A troca de idéias e experiências é relevante, bem como relembramos dados importantes para a realização dos trabalhos e "trocamos figurinhas".  
Muitas vezes “apanho” das tecnologias digitais, mas estas são facilitadoras no processo de "modernização", isto é, de fazer as mesmas coisas recorrendo a outros meios. As tecnologias digitais constituem instrumentação mais aperfeiçoada de investigação, facilmente disponíveis, acessíveis, em termos, pois às vezes por mais próximas que estas estejam, nos são inacessíveis, porque não saber utilizá-las, por ter medo de estragar ou por terem um custo alto e que não está ao alcance. Pena que estas tecnologias digitais são privilégios, pois deixaram de ser luxo, no entanto custam muito caro. Eu já ficaria bem feliz se tivéssemos na escola um laboratório de informática para que todos os alunos já tivessem contato com esta ferramenta de trabalho.
A preparação/realização da apresentação oral fora definida de forma a contemplar uma apresentação completa que relatasse minha prática docente, embasamento teórico e o uso das tecnologias digitais.
A preparação não me preocupara tanto quanto a apresentação, pois sou muito insegura ao falar em público. Acredito que estas experiências sejam positivas, bem como uma forma de nos prepararmos para o “TC”.

Vencendo obstáculos...


Refletindo a elaboração do documento síntese do portfólio de aprendizagens, creio que eu tenha utilizado como atividade de apoio, pois devido à falta de tempo, realizei registros conclusivos de minhas aprendizagens em cada uma das interdisciplinas do Eixo III. Os registros estavam bem sintetizados, no entanto quando iniciei meu documento final tive facilidade em organizar-me e ir direto ao ponto em questão.